Archives agosto 2020

Minhas primeiras observações sobre o BUS 4544

Hoje estou realizando um sonho de ter o meu próprio Bus compressor! Pra mim é uma ferramenta indispensável e faz muito parte do meu workflow na mixagem e masterização.

Primeira vista do Bus 4544 da Greenbox Pro Audio

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Profundidade de bits, clipping, headroom e soluções

Headroom é a “zona de segurança” entre transientes de áudio e o ponto de corte. Quando estamos seguindo adiante na mixagem você pode ir perdendo espaço, e não ficar atento para isso pode causar inúmeros problemas no seu Som.

O headroom permite uma mixagem mais dinâmica. Nos tempos analógicos, + 24dBu era o ponto de corte com + 4dBu sendo “zero” no medidor VU. Muitas pessoas assumem 0dBFS no mundo digital corresponde a0 VU do analógico. Na realidade 0dBFS corresponde a + 24dBu. Tendo isso em mente, aqui estão algumas dicas sobre como criar espaço livre em suas mixagens.

meter

Configure sua sessão para 32bits ponto flutuante!

Ao trabalhar em uma sessão de mixagem digital em 32bit, você garante um espaço absurdo de ganho sem corte, lembrando que sua gravação precisa ser em 24 bit.

Áudio de 16 bits pode ser capturado em 65.536 diferentes níveis, enquanto o áudio de 24 bits permite 16.777.216 níveis, faça os calcos e veja que 32 bits trará um espaço ultra gigante para sua mix, em ambiente virtual.

O aumento do número de bits permite que o áudio seja gravado com mais suavidade e com uma boa relação sinal-ruído.

Ao operar em 32bits, você deve apontar para picos de áudio em torno de +10dB. Isto irá permitir um bom volume na fase de mixagem e masterização.

Lembre-se que 32 bits não necessariamente soará melhor do que áudio de 16 bits, ele só lhe dá mais margem dinâmica, o que pode resultar em um processo de mixagem e masterização muito mais fácil e consequentemente, sim soando melhor.

Melhor qualidade no processamento dos plugins, evitando erros de aliasing durante a quanitzação do áudio internamente em sua DAW.

Na prática isso vai dar você ao poder de recuperar seu áudio caso aconteça algum eventual corte, facilitando muito o trabalho de masterização. O Masterizador pode facilmente recuperar um áudio distorcido em uma mixagem aonde isso tenha ocorrido.

Um exemplo prático para você entender melhor:

Por que usar áudio em 32bit? Exemplo Prático de Dynamic Range

Abaixe esses faders!

faders
A primeira coisa que faço quando vou começar uma mixagem é manter todos os faders para 0dBFS. Se a master clipar, é geralmente um sinal de que o áudio foi gravado muito quente.

Nesta situação, costumo inserir um plugin de ganho (Trim), e faço uma pré-mixagem com eles atenuando trilhas muito altas e aumentando trilhas mais baixas, e mantenho os faders numa boa margem para realizar a mixagem. Nessa etapa acabo atenuando de -6 ou -10dB e compenso aumentando os meus monitores.

Isto dá a mix algum espaço para respirar, e é uma técnica útil para quando se lida com grandes sessões.

Recentemente eu mixei uma canção pop com 120 trilhas, com as faixas mais altas chegando a -6dB. Sem surpresa, o fader master foi logo cipando. Derrubar todos os faders para 10dB me deu a altura livre necessária para fazer uma boa mixagem. (Lembrando que tudo estava rodando em 32bit flutuante).

Em DAWs modernas, o master fader pode ser trazido para baixo para evitar corte. Minha preferência pessoal é para manter a 0 porque promove a boa gravação e a técnica de mixagem.

Nivele pelo climax!

mix direita esquerda

A maioria das produções colocam o clímax da música em algum lugar perto do fim ou refrão. Se você começar a ajustar os níveis no início do som, você provavelmente não está deixando espaço suficiente para a canção a crescer. Então sempre inicio a mixagem pelo ponto mais energético da música.

Mixando a seção mais alta primeiro garante que você terá espaço suficiente para todo o resto. Lembre-se, a automação é seu melhor amigo.

Decidir o que é importante

frequencias

Se tudo é destaque, nada é destaque. Escolha um ponto e foque nesse ponto em sua mix, e trabalhe em torno disso. Para produções pop, o vocal é geralmente a coisa mais importante acontecendo na música.

Às vezes é difícil não trazer o fader em que o riff de guitarra esteja soando incrível ou que a linha de baixo seja bem louca. Se você começar a trazer outros elementos da mix para cima, você estará transformando tudo como estava antes sem que você perceba. Bye bye, Headroom. Então, decidir o que é realmente importante na mixagem é uma regra.

Primeiramente, o que é mixagem in the box?

Mixagem in-the-box é o termo utilizado para dizer que a mixagem foi feita dentro do computador, usando softwares e plugins dedicados.

Hoje em dia praticamente toda indústria musical usam sistemas digitais baseados em softwares para o trabalho de edição, mixagem e masterização fonográfica no processamento do áudio. Também se usa muito sistemas híbridos, misturando dispositivos 100% digitais rodando em forma de software no computador, juntamente com outboards, equipamentos físicos, para obter o melhor do mundo analógico dentro do sistema “in-the-box”, dentro do computador.

Mas existe muita diferença em mixar usando apenas equipamentos analógicos vs plugins?
Sim, existem diferenças, mas é possível ter uma qualidade de alto nível usando apenas plugins?

Continuo esse assunto no vídeo abaixo:

Mentalidade para Mixar In The Box

[button_4 size=”large” color=”lightviolet” align=”center” href=”https://formulademixagem.com.br/”]Fórmula de Mixagem[/button_4]

[button_4 size=”large” color=”violet” align=”center” href=”https://www.sombinario.com.br/studio-one-fire/” new_window=”Y”]Studio One FIRE 2020[/button_4]

[button_4 size=”large” color=”lightviolet” align=”center” href=”https://www.sombinario.com.br/cursofl/” new_window=”Y”]FL Studio PRO[/button_4]

[button_4 size=”large” color=”violet” align=”center” href=”https://www.sombinario.com.br/pro-tools-passo-a-passo/”]Pro Tools na Prática[/button_4]

A Pluign Alliance acaba de lançar o NEOLD V76U73

Mais um clássico entra para a bem sucedida lista de simulações da empresa alemã Plugin Alliance, dessa vez recriando um dos equipamentos mais bem feitos e cobiçados no estúdios de alto nível.

Trazendo para o mundo digital, as características sonoras que deram muita fama ao Telefunken V76, que é uma peça lendária da história do áudio. Esses icônicos pré-amplificadores valvulados foram projetados com financiamento quase ilimitado do governo alemão e aprimoraram inúmeras produções musicais dos anos 1950 até hoje.

Com graves ricos e encantadores, e alguns dos agudos mais suaves que você já ouviu, não é de admirar que os pré-amplificadores V76 originais tenham sido todos arrebatados por estúdios e colecionadores de alto nível em todo o mundo. Simplesmente transmitir o sinal por meio desses dispositivos sem mover um único botão pode trazer nova vida e dimensão a praticamente qualquer sinal.

Mas o V76 não é a única potência de tonalidade desta família de módulos. O compressor / limiter U73 baseia-se neste tom, adicionando um controle dinâmico “Vari-Mu” de som excepcionalmente suave que deu a esta ferramenta o apelido de “The German Fairchild”.

Plugin Alliance NEOLD V76U73

Mais informações de Download: https://www.plugin-alliance.com/en/products/neold_v76u73.html

Será que você está no caminho certo? Será que você tem aptidão para produzir?

Talvez você esteja se equivocado e atrasando sua carreira, ou talvez esteja realmente no caminho certo.
Produzir é mais do que simplesmente criar um beat e pronto, tem vários caminhos e complexidades nesse universo da produção.

Embora esteja muito popular montar seu homestudio, e muita gente entrando de cabeça nesse universo, talvez a coisa não seja tão simples como parece. No vídeo abaixo explico melhor:

Vale A Pena Ser Produtor do Próprio Rap ?